terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Insegurança paranóica?

Eu tenho um problema que acho que partilho com muitos de vós. Insegurança. Sim, eu sou extremamente insegura, com razão para o ser, mas de tal modo que chego a ser paranóica. E torna-se ridículo! Eu ando na rua, vejo pessoas a rir, penso que é de mim... Passo por pessoas a olhar e a falar, penso que é mal de mim... Vejo alguém a sussurrar e acho que é de mim. Enfim... O mundo gira em torno de mim? Não. Mas não consigo evitar achar que é isso que se passa a toda a hora!

Eu sei que não é de mim que estão a falar, e que cada um tem a sua vida, e que eu não sou assim tao má a ponto de ser sempre mal falada! Mas sou louca. Sou paranóica. Sou muito insegura. Mas tento não ser. E vou continuar a dizer-me a mim mesma: “não é de ti que estão a falar, esquece isso!” e continuar o meu caminho e... Ir à casa de banho verificar se não tenho nada “fora do sítio”, dizer a mim mesma que sou bonita, sou fixe, sou awesome. xD

Digo-vos, se passam isto não o façam a vós mesmos! Sim, há muita má-língua ai fora, mas não precisam ter-nos a nós necessariamente como alvos! Por vezes até somos nós mesmos que inventamos e criamos essas vozes, e não devemos. Temos de pensar... Não, temos de SABER que não somos o centro de todas as conversas, nem de todas as críticas ou o que seja.

E se existem essas críticas, que existam!

Isto pois já ouvi várias vezes, não de forma construtiva mas sim de forma destrutiva coisas más. E até por vezes sem intenção. Porquê ser tão maus? Porque é que querem magoar alguém que nem conhecem só pela roupa, pela diferença ou a estranheza ou o que seja?

Epa a sério, ocupem a vossa vidinha inútil com a minha vida awesome. Vozes de burro não chegam ao céu, e sei que pessoas que perdem tempo a criticar (de forma intencionalmente danosa) outros passam a ser ou são a encarnação das próprias críticas.

Não se reduzam. Não liguem a estas “vozinhas”. Mentalizem-se que não são assim, que são o oposto do mal que eles dizem, pois é mesmo isso que se passa! Eles falam pela dor de cotovelo.


É caso para usar a frase que todos conhecemos de infância: “Quem diz é que é!”.

Sem comentários:

Enviar um comentário